terça-feira, 5 de maio de 2009

Cleber 32



O jovem Cleber Pinto, membro da Juventude Popular Socialista de Sergipe JPS/SE, e atuante partidário do PPS Lagartense, está candidato ao Conselho Tutelar de Lagarto, eleição essa que acontecerá no dia 18 de Maio(segunda feira), no colégio Evandro Mendes, Cleber Pinto capacidade para atuar em defesa da criança e do adolescente ele tem, por isso tem o aval e apoio dos principais líderes da juventude de Lagarto. Pela sua História de luta em defesa da classe estudantil, está crendenciado a ser um representante do Conselho tutelar, no dia da eleição todos terá direito a votar em cinco candidatos, por isso eu ITAMAR SANTANA, peço aqui de público o voto no 32 do Cleber Pinto, e também recomendo o voto no 40 do Rony Mercê. Vote e participe da cidadania.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Jackson aconselha Almeida a deixar o PMDB

Blog do Marco Aurélio - Itnet

Durante entrevista, concedida ao radialista Eduardo Abril, na Itabaiana FM, o deputado federal Jackson Barreto, que estava acompanhado do Secretário de Estado da Saúde, Rogério Carvalho, afirmou que já cumpriu a parte dele no acordo com a cúpula do PMDB nacional. Almeida fez de tudo para ser candidato a prefeito de Aracaju em 2008 e conseguiu o aval da direção nacional.

Segundo Jackson Barreto, "Almeida pode procurar o seu caminho, pois no PMDB só será candidato a alguma coisa em 2010, quem ganhar na convenção do partido". Jackson ainda declarou que tem o controle da maioria dos diretórios municipais no Estado e que se depender dele, Almeida não terá o seu nome homologado pelos convencionais.

Jackson Barreto ainda revelou que durante a campanha para prefeito de Aracaju, em 2008, "Torceu para Mendonça ganhar de Almeida".


Almeida revela que Jackson Barreto pediu dinheiro a Collor e Renan para campanha

O senador Almeida Lima (PMDB) revelou hoje (4), durante entrevista ao radialista Gilmar Carvalho, na Ilha FM, que o deputado federal Jackson Barreto (PMDB) foi a Alagoas pedir recursos financeiros para uma de suas campanhas eleitorais ao então governador Fernando Collor de Mello e ao senador Renan Calheiros.

Segundo Almeida, o ex-vereador Marcélio Bonfim acompanhou Jackson em sua visita a Collor e Renan.

O senador não soube dizer qual foi a campanha eleitoral de Jackson que teve recursos dos políticos alagoanos.

A revelação de Almeida foi uma resposta às críticas de Jackson à sua aliança com Renan Calheiros.

2010

Sobre as eleições de 2010, Almeida disse que pode ser ou não candidato e que não está preocupado em saber se vai comandar o PMDB em Sergipe ou se vai ter que se submeter a Jackson, que preside o partido.

O senador disse que pode apoiar a reeleição do governador Marcelo Déda (PT), fazer aliança com o ex-governador João Alves Filho (DEM) ou não participar das próximas eleições. Fonte www.nenoticias.com.br

domingo, 3 de maio de 2009

Congresso Municipal do PPS/LAGARTO

Dia 23 de Maio de 2009, acontecerá o V-Congresso do Partido Popluar Socialista em Lagarto, será nas instalações do Poder legislativo da cidade, a partir das 14:00, o evento será aberto para não filiados, que terão direito a voz, a classe política de Lagarto estará presente. O Presidente Itamar Santana, já começou a convocar a militância do Partido, para se fazer presente, além dos convites as outras autoridades políticas das demais tedências ideoligica - partidária. No final do Congresso será eleita a nova diretória do PPS, assim como sua executiva e seus delegados para os congressos de instância superior.

João Fontes diz que atitudes de Déda são "truculentas e repressoras"




O ex-deputado federal João Fontes (PPS) ficou preocupado com as declarações do governador Marcelo Déda, publicadas em uma entrevista concedida neste final de semana a um jornal diário de Sergipe, relatando conversas suas com o comandante Militar do Nordeste e o comandante da 6ª Região Militar do Exército sobre a crise da Polícia Militar. Na entrevista, Déda confessou que o tema do encontro foi mesmo a crise na PM, mas alegou que não poderia revelar detalhes sobre o que realmente conversaram.

“É uma revelação muito grave e precisa ser denunciada nacionalmente. A manifestação dos policiais militares não é de insubordinação ao comando, mas por melhorias salariais. É uma reivindicação justa e pacífica, e em nenhum momento compromete a ordem e a segurança do estado. O que é lamentável é vermos de um governador de esquerda a utilização de estratégias dos governos conservadores, que recorrem às forças armadas para tentar manter a ordem. Sergipe nunca viu isso em toda a sua história”, critica Fontes.

O ex-parlamentar estará em Brasília na quarta-feira (6) onde terá uma reunião com a bancada federal do PPS e com o presidente nacional do partido, Roberto Freire. “Iremos juntos pedir uma audiência ao presidente nacional da OAB (Cezar Britto) para levar nossa preocupação com as últimas posições do governador. Também levaremos as declarações de Marcelo Déda à tribuna da Câmara Federal”, avisa.

“Lamento tudo isso por dois motivos. Primeiro porque se contrapõe à história política de Marcelo Déda, pautada na luta em defesa dos movimentos sociais e da própria PM, quando nos aquartelamentos realizados no governo Albano Franco; e segundo porque Sergipe e nem o Brasil desejam mais a volta e nem o sofrimento gerado pela ditadura militar”, completou João Fontes.

AFASTAMENTO

Na entrevista, Déda é questionado sobre as razões pelo afastamento de João Fontes do seu segmento político. Como resposta, o governador sugere aos jornalistas que façam a mesma pergunta ao ex-deputado. Para o próprio João Fontes, esta não é uma pergunta difícil de responder.

“A questão principal envolve os últimos acontecimentos em Sergipe que, na minha opinião, têm sido estarrecedores e vão ficar para a história como o modelo que o governador encontrou para resolver os problemas sociais, principalmente com relação à Polícia Militar e os professores. Déda, com as últimas atitudes truculentas e repressoras, tem gerado uma intranquilidade na sociedade em virtude desse confronto existente hoje entre governo, policiais militares e magistério”, detalha.

Segundo Fontes, a forma arcaica e autoritária de Déda governar é que tem levado a manifestação das nossas opiniões e do próprio PPS em Sergipe, “que não comunga com essas ações por parte de um administrador público, contrariando até mesmo o que Déda pregou no passado”.

“É natural e lógico que o PPS se mantenha no campo do respeito às demandas e lutas sociais, e não coadune com um governo que impõe decretos ou recorre ao Judiciário para amedrontar a luta legítima dos servidores públicos por melhores condições salariais. Infelizmente, o que a gente vê hoje em Sergipe é um divórcio entre aquilo que o PPS pensa e o que o governador tem colocado em prática. Só estou sendo fiel às minhas convicções e às convicções do PPS”, acrescenta.
Fonte: www.nenoticias.com.br

Internacionalização da Amazônia

Durante debate recente em uma Universidade, nos Estados Unidos,
o ex-governador do Distrito Federal e ex-Ministro da Educação, Senador Cristovam Buarque, foi
questionado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia.

O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo
que esperava a resposta de um humanista
e não de um brasileiro.

Segundo Cristóvão, foi a primeira vez que um debatedor determinou a ótica humanista como
o ponto de partida para a sua resposta:

" De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria
contra a internacionalização da Amazônia.
Por mais que nossos governos não tenham o
devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.

Como humanista, sentindo o risco da degradação
ambiental que sofre a Amazônia,
posso imaginar a sua internacionalização,
como também de tudo o mais que tem
importância para a Humanidade.

Se a Amazônia, sob uma óptica humanista,
deve ser internacionalizada, internacionalizemos
também as reservas de petróleo do mundo inteiro.
O petróleo é tão importante para o bem-estar
da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro.
Apesar disso, os donos das reservas sentem-se
no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo
e subir ou não o seu preço.

Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos
deveria ser internacionalizado.
Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos,
ela não pode ser queimada pela vontade de um dono,
ou de um País.

Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego
provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na
volúpia da especulação.

Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo.
O Louvre não deve pertencer apenas a França.
Cada museu do mundo é guardião das mais
belas peças produzidas pelo gênio humano.
Não se pode deixar esse patrimônio cultural,
como o patrimônio natural amazônico, seja manipulado
e destruído pelo gosto de um
proprietário ou de um País.

Não faz muito, um milionário japonês,
decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre.
Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.

Durante este encontro, as Nações Unidas
estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns
presidentes de países tiveram dificuldades em
comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA.

Por isso, eu acho que Nova York, como sede das
Nações Unidas, deve ser internacionalizada.
Pelo menos Manhatan deveria pertencer
a toda a Humanidade.
Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres,
Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade,
com sua beleza específica, sua história do mundo,
deveria pertencer ao mundo inteiro.

Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia,
pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais
nucleares dos EUA.
Até porque eles já demonstraram que são capazes
de usar essas armas, provocando uma destruição
milhares de vezes maior do que as lamentáveis
queimadas feitas nas florestas do Brasil.

Nos seus debates, os atuais candidatos a presidência
dos EUA tem defendido a idéia de internacionalizar a
s reservas florestais do mundo em troca da dívida.

Comecemos usando essa dívida para garantir
que cada criança do mundo tenha possibilidade
de COMER e de ir a escola.
Internacionalizemos as Crianças tratando-as,
todas elas, não importando o país onde nasceram,
como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro.
Ainda mais do que merece a Amazônia.

Quando os dirigentes tratarem as crianças
pobres do mundo como um patrimônio da Humanidade,
eles não deixarão que elas trabalhem quando
deveriam estudar, que morram quando deveriam viver.

Como humanista, aceito defender a internacionalização
do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar
como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa.
Só nossa ! "

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Há 15 anos, Brasil chorava morte do mitológico Senna

Manhã de 1º de maio de 1994. Como mandava o protocolo de milhares de brasileiros, era hora de esperar o almoço dominical tendo como aperitivo mais uma vitória de um piloto brasileiro. O ritual foi aprendido após as conquistas de Emerson Fittipaldi e Nelson Piquet e foi sacralizado com a era Senna.

Naquele dia, o maior ídolo voltava com força. Embora os dois últimos anos tivessem sido sofridos e com conquistas escassas, Ayrton Senna acenava com uma temporada gloriosa. O tricampeão mundial estava na toda-poderosa Williams. As corridas no Brasil e em Aida, no Japão, foram decepcionantes. Mas agora era a hora de vencer novamente.

Nove horas da manhã. Quem gostava de F-1 e de Senna, já estava em frente à TV naquela manhã, um feriado desperdiçado, caindo em pleno domingo, mas que teria como possível compensação a vitória de Senna e a volta do hino brasileiro. Só era preciso esperar uma hora e meia, para que Senna levasse seu carro da primeira à última volta do GP de San Marino.O grave acidente que feriu Rubens Barrichello e a batida fatal de Roland Ratzenberger nos dias precedentes podiam estar em mente, mas Senna parecia inatingível.

A largada foi conturbada. Batida e largada suspensa. Senna seguia na ponta, era o que importava. Com o safety car na pista, Schumacher colado na traseira da Williams do brasileiro. Senna ainda liderava. Que orgulho, um brasileiro em primeiro lugar. A seleção não vencia uma Copa do Mundo havia 24 anos: a F-1 era a única esperança.

Nove horas e doze minutos, horário de Brasília. O carro do brasileiro escapa e bate com força no muro ao lado da área de escape da curva Tamburello. O piloto, que tinha virado nome de curva (o "S" do Senna, em Interlagos), morreria em outra curva, Tamburello, que tragicamente entraria para o vocabulário popular.

Segundos depois, Senna mexe a cabeça uma vez e outra, mas não se levanta. As imagens de TV mostram uma mancha de sangue. As ambulâncias e o atendimento demoram a chegar ao local e logo cobrem com um pano a cabeça de Senna.

Nove horas e trinta e três minutos. O piloto é levado de helicóptero. O acidente foi gravíssimo, era a certeza de todos. A corrida, que seguia, virou secundária. A notícia do estado de saúde era o que interessava. O almoço seria de apreensão, enquanto a TV falava de termos médicos: concussão, traqueostomia, ventilação artificial, afundamento do frontal, ruptura da artéria temporal, traumatismo craniano, choque hemorrágico, coma profundo.

A prova continuava, e Senna estava no Hospital Maggiore, de Bolonha. Schumacher vencera, mas não comemorara. Começam as especulações. Se Senna vivesse, ficaria para sempre em uma cadeira de rodas? Ele vai viver, mas vai nos deixar sem as vitórias. Tudo bem, mas ele vai viver. Vai ensinar alguém a correr como ele. E se ele ficar inconsciente para sempre, em eterno coma? Não havia tempo para se elaborar hipóteses. Era pouco mais de 13h quando a TV despejava mais um termo: morte cerebral. O Brasil terminou de almoçar, em silêncio. Uma hora mais tarde, os médicos do hospital italiano deram a notícia. "Morreu Ayrton Senna da Silva".

A rodada do futebol, segunda parte do roteiro-padrão dominical, mostraria os primeiros sinais de comoção coletiva do povo. Palmeiras x São Paulo, Flamengo x Vasco, Atlético-MG x Cruzeiro, Sport x Santa Cruz: todos jogaram ao som de "olê, olê, olê, olâ, Senna, Senna". O presidente Itamar Franco decreta, ainda no domingo, três dias de luto oficial.

O corpo deixa a Itália apenas no fim da tarde de quarta-feira, em caixão fechado. Quinta-feira, cinco horas da manhã, o MD-11 da Varig, que fez o vôo RG723, chega a Guarulhos. O Brasil recebe o corpo do herói com todas as formas de honrá-lo possíveis. Soldados da polícia da aeronáutica carregam o esquife do avião até o solo brasileiro. O corpo é depois transportado por cadetes da Escola da Polícia Militar até o carro de bombeiros que o levaria à Assembléia Legislativa, no bairro paulistano do Ibirapuera.

O cortejo, de pouco mais de 30 quilômetros, é acompanhado por cerca de 300 mil pessoas nas ruas de São Paulo, e transmitido pela televisão. Na Assembléia Legislativa, o velório têm sessões para a família e amigos pessoais, para pilotos e celebridades e, a mais movimentada, para o povo. Com uma fila de quase oito quilômetros, cerca de 200 mil pessoas prestaram homenagem ao piloto.

O caixão, coberto com a bandeira do Brasil e o capacete de Senna, deixaria o velório na sexta-feira, depois de ser visitado por pilotos, ex-pilotos e dirigentes como Emerson Fittipaldi, Gerhard Berger, Frank Williams, Ron Dennis, Rubens Barrichello, Roberto Pupo Moreno, Jackie Stewart, Johnny Herbert, Michele Alboreto, Damon Hill, entre outros, além de celebridades, como as ex-namoradas Adriane Galisteu e Xuxa Meneghel, a apresentadora Hebe Camargo, o radialista Osmar Santos e os políticos no poder na época: o prefeito Paulo Maluf, o governador Luis Antônio Fleury e o presidente Itamar Franco.

Depois das salvas de tiros de fuzil e canhão, o corpo de Senna foi levado novamente em um carro de bombeiros para o Cemitério do Morumbi. Os colegas pilotos ajudaram a carregar o caixão para a sepultura. Pouco antes das 13h, Senna era enterrado, não antes da última homenagem: a Esquadrilha da Fumaça desenhava, num céu azul de São Paulo, um coração com o "S" de Senna. O local de sepultura, em meio a um gramado, vira local de peregrinação e culto de brasileiros e estrangeiros que veneram o piloto.

* Texto publicado originalmente no décimo ano da morte de Senna
Leopoldo Godoy*
Em São Paulo Fonte:UOL