Fonte: Nenotícias
quarta-feira, 1 de abril de 2009
PM prende mulher que tentou matar ex-companheiro
terça-feira, 31 de março de 2009
ANA LÚCIA DEIXA SECRETARIA DE INCLUSÃO SOCIAL E RETORNA À ASSEMBLÉIA DIA 13.
Está decidido: a deputada estadual Ana Lúcia Menezes (PT) reassume o mandato na Assembléia Legislativa, dia 13 próximo – a data foi escolhida por ela em razão da simbologia. Com o seu retorno à Casa, o primeiro suplente Gilmar Carvalho (PSC) fica fora do plenário, mantendo sua voz livre no seu programa matinal de rádio.
A decisão foi tomada na noite desta segunda-feira (30), depois de uma longa conversa entre o governador Marcelo Déda (PT) e a secretária Ana Lúcia, que retorna à sua vida parlamentar para continuar defendendo os interesses dos professores. Assume a Pasta a secretária adjunta, Sônia Meire, professora do Departamento de Educação da Universidade Federal de Sergipe.
Segundo uma fonte importante do Palácio dos Despachos, a professora Sônia Meire fica na interinidade até que o governador Marcelo Déda encontre um outro nome para substituí-la. Alguns dias antes da conversa com Ana Lúcia, Marcelo Déda revelou que o novo auxiliar será do partido e terá um perfil voltado para a área social, principalmente no setor de inclusão.
Ana Lúcia entregou uma carta ao governador Marcelo Déda, pedindo afastamento do cargo, no dia 8 de março. Déda pediu para ter uma conversa com Ana Lúcia – “a quem tenho profunda admiração e um relacionamento de irmão” – o que só foi possível nesta segunda-feira, em razão de compromissos e viagens.
A professora Ana Lúcia, antes de conversar com o governador, participou da mobilização das Centrais Sindicais, que circulou pelas principais avenidas de Aracaju. A saída de Ana Lúcia foi uma necessidade eleitoral. Ela já declarou que não tem redutos eleitorais, mas uma votação do pessoal do Sintese, da CUT e de outras organizações de esquerda, que embora no Governo, não deixava de atender e participar.
Depois da conversa com a deputada Ana Lúcia, o governador Marcelo Déda despachou com o secretário de Governo Clóvis Barbosa. Fonte FAXAJU
segunda-feira, 30 de março de 2009
Reunião
PAPO DE CRIANÇA MODERNA
>
> Beleza, cara?
>
> Ah, mais ou menos. Ando meio chateado com algumas coisas.
>
> Quer conversar sobre isso?
>
> É a minha mãe. Sei lá, ela anda falando umas coisas estranhas, me
> botando um terror, sabe?
>
> Como assim?
> Por exemplo: há alguns dias, antes de dormir, ela veio com um papo
> doido aí. Mandou eu dormir logo senão uma tal de Cuca ia vir me pegar.
> Mas eu nem sei quem é essa Cuca, pô! O que eu fiz pra essa mina querer
> me pegar? Você me conhece desde que eu nasci, já me viu mexer com
> alguém?
>
> Nunca.
>
> Pois é. Mas o pior veio depois. O papo doido continuou. Minha mãe
> disse
> que quando a tal da Cuca viesse, eu ia estar sozinho, porque meu pai
> tinha ido pra roça e minha mãe passear. Mas tipo, o que meu pai foi
> fazer na roça? E mais: como minha mãe foi passear se eu tava vendo ela
> ali na minha frente? Será que eu sou adotado, cara?
> Sabe a sua vizinha ali da casa amarela? Minha mãe diz que ela tem uma
> hortinha no fundo do quintal. Planta vários legumes. Será que sua mãe
> não quis dizer que seu pai deu um pulo por lá?
> Hmmmm. pode ser. Mas o que será que ele foi fazer lá? VIXE! Será que
> meu pai tem um caso com a vizinha?
>
> Como assim, véio?
>
> Pô, ela deixou bem claro que a minha mãe tinha ido passear.. Então
> ela
> não é minha mãe. Se meu pai foi na casa da vizinha, vai ver eles dois
> tão de caso. Ele passou lá, pegou ela e os dois foram passear. É
> isso, cara. Eu sou filho da vizinha. Só pode!
>
> Calma, maninho. Você tá nervoso e não pode tirar conclusões
> precipitadas.
>
> Sei lá. Por um lado pode até ser melhor assim, viu? Fiquei sabendo de
> umas coisas estranhas sobre a minha mãe.
>
> Tipo o quê?
>
> Ela me contou um dia desses que pegou um pau e atirou em um gato.
> Assim, do nada. Puta maldade, meu! Vê se isso é coisa que se faça com
> o
> bichano!
>
> Caramba! Mas por que ela fez isso?
>
> Pra matar o gato. Pura maldade mesmo. Mas parece que o gato não morreu.
>
>
> Ainda bem. Pô, sua mãe é perturbada, cara.
>
> E sabe a Francisca ali da esquina?
>
> A Dona Chica? Sei sim.
>
> Parece que ela tava junto na hora e não fez nada. Só ficou lá,
> paradona, admirada vendo o gato berrar de dor.
>
> Putzgrila. Esses adultos às vezes fazem cada coisa que não dá pra
> entender.
>
> Pois é. Vai ver é até melhor ela não ser minha mãe, né? Ela me
> contou
> isso de boa, cantando, sabe? Como se estivesse feliz por ter feito essa
> selvageria. Um absurdo. E eu percebo também que ela não gosta muito de
> mim. Esses dias ela ficou tentando me assustar, fazendo um monte de
> careta. Eu não achei legal, né. Aí ela começou a falar que ia chamar
> um
> boi com cara preta pra me levar embora.
>
> Nossa, véio. Com certeza ela não é sua mãe. Nunca que uma mãe ia
> fazer
> isso com o filho.
>
> Mas é ruim saber que o casamento deles é essa zona, né? Que meu pai
> sai
> com a vizinha e tal. Apesar que eu acho que ele também leva uns
> chifres,
> sabe? Um dia ela me contou que lá no bosque do final da rua mora um
> cara, que eu imagino que deva ser muito bonitão, porque ela chama ele
> de
> 'Anjo'. E ela disse que o tal do Anjo roubou o coração dela. Ela até
> falou um dia que se fosse a dona da rua, mandava colocar ladrilho em
> tudo, só pra ele pode passar desfilando e tal.
>
> Nossa, que casamento bagunçado esse. Era melhor separar logo.
>
> É. Só sei que tô cansado desses papos doidos dela, sabe? Às vezes
> ela
> fala algumas coisas sem sentido nenhum. Ontem mesmo veio me falar que a
> vizinha cria perereca em gaiola, cara. Vê se pode? Só tem louco nessa
> rua.
>
> Ixi, cara. Mas a vizinha não é sua mãe?
>
> Putz, é mesmo! Tô ferrado de qualquer jeito...
Autor: Desconhecido.
domingo, 29 de março de 2009
A voz da Juventude
2010
quinta-feira, 26 de março de 2009

"É preciso sonhar, mas com a condição de crer em nosso sonho, de observar com atenção a vida real, de confrontar a observação com nosso sonho e de realizar escrupolosamente nossas fantasias; sonhos, acredite neles"
Vladimir Ilitch Ulianov Lênin
Lênin (Vladimir Ilitch Ulianov Lenin) nasceu em Simbirsk, na atual Ulianovsk em 1870. Estudante de direito em St. Petersburg, entrou em contato com os círculos marxistas e tornou-se discípulo de Plekhanov, que encontrou na Suíça em 1895. Condenado a três anos de exílio na Sibéria (1897-1900) por sua ação revolucionária, casou com a militante marxista Nadejda Krupskaia e redigiu diversas obras, entre as quais Razvitie kapitalizma v Rossii (Desenvolvimento do capitalismo na Rússia) (1899). Posto em liberdade, instalou-se na Suíça (1900), onde fundou o jornal Iskra (A centelha); separou-se de Plekhanov, por causa de tática a seguir (Lenin defendia uma partido centralizado democraticamente e com militantes profissionais), o que, em 1903, provocou uma cisão entre os bolcheviques (maioria), sob sua direção, e os mencheviques (minoria), que seguiram Plekhanov.
Por ocasião da revolução de 1905, retornou à Rússia (novembro) e apoiou a greve geral de Moscou. Forçado a deixar a Rússia (dezembro de 1907), residiu a maior parte do tempo em Genebra ou em Paris. Fundou o jornal Pravda (A verdade). Contra o revisionismo dos sociais-democratas alemães, redigiu sua obra Materializm iempiriokritcism (Materialismo e empírio-criticismo) (1909). Encarou a primeira guerra mundial como uma luta entre os imperialismos rivais pela partilha do mundo (Imperializm kak noveichikh etap kapitalizma , [O imperialismo, etapa superior do capitalismo], 1917) e desejou fazer da guerra entre nações uma guerra entre classes.
Após a queda do czarismo, voltou à Rússia através da Alemanha (3 de abril de 1917). Publicou no Pravda as "teses de abril": paz imediata, o poder para os sovietes, as fábricas para os operários e as terras para os camponeses (com o famoso slogan Paz, Pão e Terra! e Todo Poder aos Soviets). A repressão das sublevações bolcheviques pelo governo provisório obrigou Lenin a fugir para a Finlândia, onde escreveu Gossudarstve i revolutsia ( O Estado e a revolução [ agosto e setembro de 1917] ), em que prediz o desaparecimento do Estado depois da vitória da ditadura do proletariado.
Morreu em 1923, conseqüência dos efeitos de um atentado que sofrera em 1922. Seu sucessor na liderança da U.R.S.S foi Youseff Stálin. Fonte: http://www.ujssantos.hpg.ig.com.br/lenin.htm